OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

 

Série Emergindo

 

SHOUD 8 – Apresentando ADAMUS SAINT GERMAIN, canalizado por Geoffrey Hoppe

 

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 6 de abril de 2019
www.crimsoncircle.com

 
 

Eu Sou Adamus of Sovereign Domain.

 

Vocês estão olhando pra mim como se nunca tivessem me visto. [Algumas risadas] Talvez haja algo um pouquinho diferente.

 

Ah! Algumas observações antes de começarmos. Cauldre pensou que eu ia me intrometer na outra conversa. [Algumas risadas, quando ele se refere ao comentário de Geoffrey na abertura.] De jeito nenhum. Eu só estava empolgado pra vir hoje, porque temos muito a fazer, muito a abordar.

 

Será uma canalização com muitas camadas, no sentido de haver muita coisa acontecendo. Não serão apenas palavras sendo ditas, mas muita coisa estará acontecendo nesta mensagem. Vocês talvez vão querer voltar e escutar, assistir algumas vezes. Estamos fazendo muitas coisas neste momento. Vamos meio que misturar tudo.

 

Às vezes, a mente humana vai dizer: “Onde diabos Adamus quer chegar com isso? Do que ele está falando? Por que ele não se mantém dentro de um só assunto?” Porque eu não vou mais me manter dentro de um só assunto. Trata-se do E.

 

Vamos respirar bem fundo com isso.

 

Segundo, a prévia do filme que vocês viram antes, o Time of the Sixth Sun (A Era do Sexto Sol), Tobias realmente estava nesse filme. A narração dele está no filme, mas não apenas a narração. Vejam, ele meio que se infiltrou. Ele realmente implantou sua energia viva ali. É. E Cauldre fica tendo essas – como vocês dizem – essas coisinhas na pele. [Alguém diz: “Arrepios.”]

 

Quando essa canalização de Tobias foi gravada, ah, foi bem mais do que apenas algo momentâneo, e não foi muito planejada nem preparada. O produtor só pediu que ele dissesse uma mensagem, e Cauldre não pensou muito nisso. Era só uma mensagem simples. Bem, ela se tornou o fluxo do rio, que carregou o filme, carregou todas as energias do filme, mas também era a energia viva dele. Então, não são apenas palavras gravadas. É verdadeiramente uma Energia Viva. Foi realmente brilhante da parte dele. Ele está muito consciente disso. Então, de certa forma, é como se ele meio que, bem, voltasse. Ele está no filme, vivo, bem e conectando-se com cada um de vocês que assistirem ao filme, conectando-se com todos os que estão despertando, olhando-os nos olhos enquanto eles olham para a tela, perguntando: “Você está pronto? Você está pronto pra isso?” Mais ou menos como ele disse a cada um de vocês: “Você está pronto para o que vem a seguir?” E depois ele e muitos outros serão guias, e vocês serão guias também.

 

Olhem o que vocês passaram nesses anos. Não apenas em dez anos, mas em existências. Olhem o que vocês passaram, preparando o caminho para tantos outros. E vai ser muito diferente do tipo de despertar e de chegada à Realização dos atuais Mestres Ascensos. Eles fizeram isso meio que por conta própria. Eles fizeram sem o companheirismo e a camaradagem de outros. Eles fizeram se esforçando de um modo muito difícil. Mas agora chega o próximo nível em que muitos humanos estão despertando ao mesmo tempo.

 

E, é claro, sua jornada, todo o seu caminho até a Realização é algo muito pessoal. Nós não vamos fazer deste um grupo de Kumbaya. Não há fórmulas. Não pode haver um livro que coloca tudo numa ordem específica. Não pode, porque cada um faz individualmente. No entanto, podem haver energias envolvendo aqueles que estão passando pelo despertar.

 

Assim, com Tobias meio que, bem, de certa forma, na dianteira, e vocês lá com ele, suas energias, suas energia vivas vinculadas a esse filme, eu realmente, verdadeiramente, peço a cada um de vocês que vejam o filme, porque isso vai, meio que se pode dizer, ativar, conectar sua energia, sua energia viva, juntamente com a de Tobias, no âmago desse filme, de modo que todos que o virem e estiverem passando pelo despertar possam sentir isso. Eles não estão sozinhos. Existem outros que passaram pela mesma coisa.

 

É um caminho difícil, é realmente árduo, porque tudo vira de cabeça pra baixo. Mas, quando perceberem que outros passaram por isso e conseguiram, fará uma imensa diferença.

 

Assim, quando chegarem em sua Realização, quando derem essa esticada final – quero dizer, vocês já chegaram lá, mas estão só vendo como será –, por favor, imprimam sua energia nesse filme e outros assim virão.

 

Certamente também quero mencionar hoje a equipe aqui do Rude Awakening (Rude Despertar), o despertar de vocês, o rude despertar de vocês. É a mesma coisa, mas num nível um pouco diferente. A energia de vocês entra lá. Sabem quando eu disse que vocês iam ser professores? Não significa estar à frente de uma sala de aula, necessariamente. Pode ser num filme. Pode ser num livro que vocês escrevam. Pode ser em qualquer coisa. Tudo isso está chegando agora. O Sonho Atlante realmente está aqui.

 

E eu sei que... ah, eu sei... como vocês estão esgotados. Eu sei como, às vezes, tem aquela dúvida, a perda de esperança, a perda de paixão e tudo mais. Mas, quando emergirem no meio dessas coisas, ah, vocês vão cantar com muita alegria, percebendo: “Não foi tão ruim!” [Risadas] “Foi bem fácil, mas nunca farei isso de novo! Jamais escolherei fazer isso novamente.”

 

Falando em coisa difícil, eu entendo, pelo que vejo no departamento de reclamações do Clube dos Mestres Ascensos... [Adamus ri.] Foi um mês difícil pra vocês este último mês? [Alguém diz “oh, sim”.] Não, é sério, foi um mês difícil? Por que vocês acham isso? Por que acham que foi difícil? Não é preciso microfone, basta gritarem. Por que acham que foi tão difícil? [A plateia grita: “Aspectos!”] Mês dos aspectos. Sim. E eu não sei... vamos falar sobre isso aqui... Tem um aspectão... [A plateia faz “ohh”.] Um bem grandão. Eu nem sei se vocês reconhecem qual era. Vamos tratar disso hoje. Foi o mês do aspecto, porque, bem, é como o último chamado dos aspectos. Mas teve um grandalhão aí. Ele de fato estava bem no meio da sala, por assim dizer. Ficava lá o tempo todo. Era tão óbvio, tão grande e tão familiar que vocês provavelmente nem o reconheceram. Provavelmente, nem o reconheceram. Vamos falar sobre ele hoje.

 

Que mês difícil, realmente, mas, primeiro, vocês pediram por isso e, segundo, vocês mereceram isso. [Risadas] Mereceram! [Adamus ri.] Alguns de vocês que estão on-line estão fazendo isso [mostrando o dedo do meio], na tela, pra mim [Mais risadas]. Não sei o que significa. Não, vocês mereceram. Vocês pediram por isso. E vamos falar sobre isso hoje, em como vocês pediram por isso. Digo, vocês não pediram, tipo, pegando um pedaço de papel e dizendo: “Que o mês seja muito difícil.” Mas vocês fizeram outras coisas que tornaram o mês difícil. E vocês mereceram isso. Quero dizer que vocês realmente mereceram. [Adamus ri.] Porque é como uma grande limpeza, um grande... Cauldre está me dando uma imagem aqui... “Roto-Rooter”, ele está dizendo. É – errrr! –, entrando pelos canos, vejam bem, limpando os canos.

 

Então, vocês mereceram! Vocês mereceram se livrar de toda essa coisa grudenta, essa porcaria, essa gordura, essa sujeira, essa nojeira que estava acumulada nesses canos. Vocês vinham realmente tentando se livrar disso. E já vou logo dizendo que não dá pra fazer isso sozinhos. Eh, vamos tratar desse assunto hoje.

 

Mas, antes de prosseguirmos, vamos respirar bem fundo. Estou muito satisfeito por estar aqui. Estou muito satisfeito.

 

Vejam, houve um momento em que eu pensava que seriam apenas – cheguei a dizer isso – cinco pessoas que fariam isso, cinco Shaumbra, e eu estava exagerando um pouco. Eu pensava que seriam oito. [Risadas] Mas estou muito satisfeito. Digo, milhares e mais milhares mundo afora estão... bem, na verdade, Cauldre está me lembrando que ele escreveu um artigo sobre isso. Realização é uma coisa certa. É uma coisa certa. Não é uma dúvida. Alguns ainda duvidam, mas vou lembrá-los; é uma coisa certa. Vocês não têm que fazer droga nenhuma. É... Agora que vocês vão permanecer no corpo, neste planeta, como vocês vão lidar com a energia? Essa é a pergunta.

 

 

Sabedoria dos Shaumbra

 

Antes de prosseguirmos, porém, vamos ter um pouquinho da Sabedoria dos Shaumbra. Adoro ouvir a sabedoria de vocês. Sim. Então, Linda, com o microfone. Tenho duas perguntas hoje.

 

Antes de tudo, falamos sobre dignidade no mês passado, e realmente atingiu um nervo pra muitos de vocês. O que aconteceu com a dignidade, a dignidade da alma, de vocês enquanto seres angélicos? Mesmo quando eu digo... [olhando pra um e outro da plateia] Veja uma coisa, você é o que chamariam de líder da sua família espiritual angélica desde o princípio. Você era um grande líder nessa família. Você e você e você e você e você... ah, não temos tempo pra isso... todos vocês! Todos vocês eram, eram... não existe uma boa palavra humana pra isso... mas líderes de suas famílias espirituais. Vocês vieram pra este lugar, a Terra, pra aprender, bem, sobre muitas coisas, mas vocês vieram pra este lugar e... cadê a dignidade agora? Vocês dizem... Eu digo a vocês que vocês eram líderes e vocês retrucam: “É, devo ser a pessoa errada. Não, não. Quem, eu? Centenas de milhares de seres angélicos, e vão olhar pra mim?!” Tipo, sim, você. [apontando pra um e outro na plateia] Você. Digo, você você. Você era um líder. Mas cadê a dignidade? Cadê a dignidade? Pensou nisso desde nosso último encontro? Não estou querendo implicar com você, mas não é que estou! [Risadas] O que aconteceu com a dignidade?

 

 

~ Primeira Pergunta

 

Então, a primeira pergunta de hoje é: Qual é a maior perda de dignidade? O que faz parte de sua persona humana que vocês diriam que representa a maior perda de dignidade? Que área é essa? Que é a maior perda de dignidade. Linda – ah, lá vamos nós. A maior perda de dignidade.

 

DAVID: Falta de... Não confiar em mim mesmo, duvidar de mim mesmo.

 

ADAMUS: Que área isso está atingindo na sua vida? O seu bolso?

 

DAVID: Não, o meu estômago.

 

ADAMUS: O seu estômago. Tudo bem. Boa resposta. Falta de dignidade. Digo, nossa! Que anjo com respeito próprio teria sequer colocado um intestino ligado a um traseiro, fazendo todo tipo de... Quero dizer... é... “O quê?!” Sim, perda de dignidade.

 

DAVID: Grande momento.

 

ADAMUS: Grande momento. E vocês tentam ter um pouco de orgulho. Vocês tentam dar um sorriso. Vocês tentam realmente se conectar com o Eu Sou e é assim: “Tá, mas meu estômago está dando voltas, e sabe lá Deus o que vai acontecer como resultado disso. Então...”

 

DAVID: Certo.

 

ADAMUS: Sim, uma perda de dignidade. É. Você sente que isso afeta você? Consegue sentir?

 

DAVID: Bem, isso realmente me afetava.

 

ADAMUS: Ah, afetava. Certo.

 

DAVID: Digo, que grande momento.

 

ADAMUS: Grande momento.

 

DAVID: E, na verdade, isso acabou... eu escolhi ir para o hospital fazer a coisa do Roto-Rooter.

 

ADAMUS: Oh! [Adamus ri.]

 

DAVID: É.

 

ADAMUS: Interessante.

 

DAVID: E foi uma escolha consciente que eu fiz.

 

ADAMUS: E você ficar lá deitado numa mesa, pensando “Cadê a dignidade?”, enquanto se baba todo.

 

DAVID: É.

 

ADAMUS: Ou outras...

 

DAVID: Outras coisas.

 

ADAMUS: Outras coisas. Sim, é, é.

 

DAVID: Então, foi...

 

ADAMUS: É, isto é um programa familiar, então...

 

DAVID: Eu entendo. [Algumas risadas]

 

ADAMUS: E, vejam, dá pra imaginar vocês sendo seres angélicos com esse corpo que nem é de vocês? O que é isso? É. Certo, ótimo. Bom começo. Perda de dignidade. Onde mais isso atinge? Que outras partes da vida de vocês? Perda de dignidade.

 

Ah, você acabou de agradecer a Linda pelo microfone. Que coisa meiga.

 

CLAUDIA: É. Obrigada. Meu coração.

 

ADAMUS: Seu coração. O que tem seu coração?

 

CLAUDIA: Eu escolhi deixar meu marido há muito tempo, e tive que deixar o país pra trabalhar duro pra recuperar minha dignidade.

 

ADAMUS: Sei. Sei. E como isso afeta seu coração?

 

CLAUDIA: É um aperto.

 

ADAMUS: Seu coração foi fisicamente afetado?

 

CLAUDIA: Por sorte, não.

 

ADAMUS: Ah, ótimo.

 

CLAUDIA: Mas muita ansiedade.

 

ADAMUS: Muita ansiedade. E, vejam, se pensarem sobre isso... literalmente, o coração, vejam bem... boomp, ba doom, fica bombeando o sangue... E vocês dependem dessa coisa que pode parar a qualquer momento? E, vejam, depender disso. Vocês são anjos. Por que ter que confiar no seu coração, que pode de repente... ooh!... assim. Não, não vai.

 

CLAUDIA: Não. Não!

 

ADAMUS: Não, não, não, não, não. Não. Mas, vejam, o engraçado é que eu digo isso e vocês ficam: “Não, não, não. Não vou permitir que isso aconteça.” Vocês pensam que dão um jeito. Pensar não vai fazer droga nenhuma. O coração não responde à mente. Não responde.

 

CLAUDIA: Certo.

 

ADAMUS: É. Ótimo, obrigado. Então, temos intestino e coração. O que mais vamos ter? Perda de dignidade.

 

ANDY: Trabalho!

 

ADAMUS: Trabalho, sim!

 

ANDY: É, eu ter que trabalhar pra viver...

 

ADAMUS: Por quê?

 

ANDY: ... e ter dinheiro pra pagar hipoteca e impostos. Esse bando de porcaria.

 

ADAMUS: Esse bando de porcaria. [Algumas risadas] Você tem trabalho?

 

ANDY: Sim.

 

ADAMUS: Sim. E você é bem pago?

 

ANDY: Bem, eu trabalho pra mim mesmo.

 

ADAMUS: Ah, bom. [Risadas]

 

ANDY: Sim, na verdade, eu me pago muito bem!

 

ADAMUS: Se paga muito bem...

 

ANDY: É.

 

ADAMUS: Você gosta do que faz?

 

ANDY: Veja, eu gostava. Faço isso há 34 anos, mas vou me aposentar este ano. Já está de bom tamanho.

 

ADAMUS: Sei. O que você vai fazer quando se aposentar?

 

ANDY: Acho que vou comprar uma licença pra pescar. [Algumas risadas]

 

ADAMUS: Essa é boa. Estava no topo da minha lista também. [Mais risadas] É. É.

 

ANDY: Eu só quero...

 

ADAMUS: É. Mas não exagere. [Risadas] Não faça isso demais! Digo, há extremos. Você vai comprar uma licença pra pescar. Você vai sair e pescar?

 

ANDY: Espero passar mais tempo ao ar livre.

 

ADAMUS: Ao ar livre.

 

ANDY: Sim.

 

ADAMUS: Certo. Ótimo. Sei, a perda de dignidade. Agora, você trabalha pra si mesmo, então, há uma certa dignidade aí. Você pode fazer quanto dinheiro quiser, teoricamente.

 

ANDY: Sim.

 

ADAMUS: É. Que tipo de trabalho você faz?

 

ANDY: Com eletrônicos. Desenho protótipos.

 

ADAMUS: Ah, sei. Sei. Ótimo. E tem paixão por isso?

 

ANDY: Tinha.

 

ADAMUS: Sei. O que aconteceu?

 

ANDY: Estou perdendo isso.

 

ADAMUS: Por quê?

 

ANDY: Estou ficando cheio.

 

ADAMUS: Sei. O que originalmente o atraiu quando começou a fazer isso?

 

ANDY: O desconhecido.

 

ADAMUS: O desconhecido.

 

ANDY: Veja, porque você examina fios e pensa: “Como um sinal pode passar por aí?”

 

ADAMUS: Oh! Eu, todas as noites, é, eu penso nisso! [Risadas] É. “Como acontece?! Oh!” Sabe o que, então, eu digo pra mim mesmo? “Não quero saber! Acontece. Só isso que importa.” É. Mas atrai a mente. A mente de fato gosta disso. Isso mantém ela ocupada. Ainda digo mais, há uma perda de dignidade só no fato de a mente funcionar e ter que se manter preocupada.

 

ANDY: Ter que se manter...

 

ADAMUS: Não, é sério, a mente, de fato... não q