OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

 

Série Emergindo

 

SHOUD 3 – Apresentando ADAMUS SAINT GERMAIN, canalizado por Geoffrey Hoppe

 

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 3 de novembro de 2018
www.crimsoncircle.com

 

 

Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain.

 

Sensual. Muito sensual. Ah! Muitas camadas estão aí. [Ele está se referindo ao vídeo Fall On Me que acabou de passar.] Muito, muito sensual, o que me leva a me perguntar... e talvez vocês comecem a se perguntar... por que resistiram à sensualidade por tanto tempo? Aos verdadeiros sentimentos, à beleza, à riqueza. Quanto tempo faz desde que vocês tiveram esses sentimentos profundamente sensuais? E quanto tempo faz desde que realmente se permitiram sentir a maior de história de amor de todas que ainda nem foi contada? A história de amor entre vocês mesmos – o humano, o Mestre, o Eu Sou. Que bela abertura musical para nosso encontro de hoje! Ah!

 

Sintam isso um instante e deem uma olhada no que está acontecendo com vocês. Vocês poderiam ter assistido a este mesmo vídeo cinco anos atrás, mesmo um ano atrás, e talvez não sentissem a mesma coisa. Vocês estão despertando. Vocês estão abrindo algo dentro de vocês. Vocês estão permitindo a sensualidade depois de um período extremamente longo, cinzento e sem graça na sua vida. Vocês, enfim, estão permitindo.

 

Vamos tratar disso hoje, do que está acontecendo e por quê. Quero que vocês tenham hoje uma perspectiva de onde vocês estão. Não será uma palestra; vocês não vão realmente aprender nada novo, mas vocês estão descobrindo realmente onde estão neste exato momento, e uma das maiores coisas é o retorno à sensualidade hoje. Mas isso leva às seguintes perguntas: Por que adiaram por tanto tempo? Aonde isso levou? Por que se permitiram ficar no cinzento e sem graça por tanto, tanto tempo? E acho que preciso perguntar: “Será que vocês estão prontos para uma profunda sensualidade em sua vida?”

 

Eu adorei essa abertura também porque foi um lindo exemplo de comunhão. Sam falou muito sobre isso no nosso grande encontro recentemente, na Eslovênia [Magic of the Masters], e o encontro não foi muito distante de onde ficam as Escolas de Mistério antigamente, foi a uns 30 quilômetros de algumas Escolas de Mistério. Elas não estão mais lá, mas foi muito bom voltar, novamente, para aquela era e aquela área, e que diferença! É sério, é verdade, as Escolas de Mistério são lindas, mas que diferença agora nas energias dos Shaumbra!

 

Sam falou sobre comunhão. Vejam, ele, enquanto Mestre Ascenso, percebe que toda energia é comunicação. É a comunicação da alma. Ela canta pra vocês. Assim como esta música cantou pra vocês, ela canta pra vocês. Cada pedacinho de energia em tudo, mesmo que seja em algo que vocês considerem ruim ou negativo, é apenas energia e é tudo comunicação.

 

Essa música que acabou de tocar estava comungando com vocês. É música, é claro, uma das maiores formas de comunhão. É música, mas ela comunga em muitos níveis diferentes. Vocês não estavam apenas ouvindo as notas musicais, o canto, em seus ouvidos. Foi muito além disso. De certa forma, foi quase como... não quero chamar de teste, mas é como uma pergunta colocada diante de vocês: “Será que vocês estão prontos pra sentir tudo profundamente?” Uma canção dessas. “Será que vocês estão prontos pra sentir profundamente sua própria vida, e tudo que vocês fazem?” Porque é isso que vamos fazer. A profunda sensualidade.

 

Sam falou sobre comunhão. Vejam, ele é um Mestre Ascenso que voltou para a forma humana e, como vocês, ele ainda tem os desafios humanos. Ele ainda tem que aturar a consciência de massa. O que ele faz é comungar. Ele escuta e sente todas as energias. Não há mais o ruído de uma máquina estridente no vizinho. Há uma comunhão de energias. É assim que ele lida com isso.

 

O humano pensa: “Ah, essa máquina no vizinho é tão alta e barulhenta.” Ou o trânsito ou o que for. O humano vê a coisa como irritante, e vocês sabem como é. Vocês sentiram isso, a irritação com a energia que vem das outras pessoas. Sam não vê dessa forma. Todas as energias estão em comunhão e não são boas nem ruins. Elas ficam apenas cantando, em constante alegria por estarem em serviço. É isso que as energias fazem.

 

E, então, Sam entra em comunhão com elas. Ele não começa a falar com as árvores. Ele não fica falando com um vídeo como esse. Ele se abre e deixa que a energia e a consciência dele entrem em comunhão com o resto. Ele não tenta mentalmente direcionar uma mensagem. Ele não tenta colocar isso em palavras, dizendo: “Isso é lindo.” Ou: “Isso é inspirador.” Ele simplesmente se abre. Há uma comunicação natural quando vocês se abrem, quando deixam a coisa ser, quando vocês permitem. E, então, vocês têm um fluxo agora saindo de vocês, do humano em sua experiência, e entrando em todas as energias ao redor, e em comunhão com elas. Cantando com elas. E, repito, vocês nem sequer tentam colocar isso em palavras. Por favor, não façam isso. Por favor, não definam a coisa. Permitam essa comunhão aberta e vocês descobrirão a beleza da energia que está aqui ao serviço de vocês.

 

Admitam essa comunhão. Admitam que toda energia está falando com vocês – em comunhão, catando – e, então, se abram. Esse é o próximo passo. Eu acho que alguns de vocês já começaram a sentir essa comunhão na prática. Talvez não saibam bem defini-la nem o que ela é, mas estão sentindo alguma coisa. O próximo passo é se abrir. É um grande passo. Vocês ficaram fechados por muito tempo. É um passo enorme expor-se. Ao entrarmos neste Shoud hoje, vou explicar a vocês por que vocês podem fazer isso agora, por que teria sido difícil alguns anos atrás.

 

Ah, sim, o querido Sam, em sua conversa sobre comunhão, disse que isso é a nova respiração. Respirem fundo e agora entrem em comunhão. Ele estava bem certo com relação a isso, o que de fato me alegrou. Queria eu ter pensado nisso. [Algumas risadas] Nós vamos além de apenas falar sobre respirar fundo ou, em outras palavras, de apenas sobreviver, e sim de estar presente, agora, interagindo e, mais do que isso, interagindo de maneira criativa com todas as energias.

 

Assim, vamos entrar numa profunda comunhão com isso.

 

Ah, sim, Sam, com sua conversa sobre comunhão ser a nova respiração, o novo respirar, e nosso querido amigo, Kuthumi. Kuthumi. Gostei do que ele também disse do encontro dele com Ah-Kir-Rah, a alma dele. Ah, ele estava enfurecido com a alma dele. Dá pra imaginar alguém enfurecido com a própria alma? Sim! [Risadas] Muito bem! Ele estava enfurecido com a própria alma. Ele achava que a alma dele era o inimigo. Quero dizer, verdadeiramente, o inimigo. E, algumas vezes, ele percebia que era a alma dele. Mas, outras vezes, ele achava que era um demônio, e dizia que a alma era sua inimiga. Mas, enfim, bem, ele fez algumas coisas sobre as quais falaremos hoje. Enfim, ele chegou ao ponto de ser capaz de ouvir o que a comunhão com sua alma estava dizendo: “Kuthumi, não tem a ver com o que você acredita, mas com o que você permite.” E há uma grande diferença entre ambas as coisas. Uma enorme diferença.

 

Não tem a ver com o que vocês acreditam. A mente pode inventar todo tipo de crença. Não se trata disso. Suas crenças não vão levar vocês a nenhum lugar, exceto pra uma caixa. Tem a ver com o que vocês permitem, com o quanto vocês estão dispostos a se abrir. E permitir, é claro, é a abertura entre vocês e o Eu Sou, entre vocês e o Mestre. Permitir que essa integração ocorra, permiti-la em sua vida. Não tem a ver com o que vocês acreditam.

 

Crenças são como prisões, na maioria das vezes, ilusões. Crenças são limitadas. Crenças são muito temporárias. Não tem a ver com o que vocês acreditam, mas sim com o que vocês permitem. E o que vocês estão realmente permitindo é a maior história de amor a ser contada. Não a maior história de amor que já foi contada, mas a maior história de amor a ser contada, entre vocês e Vocês, vocês e o Eu Sou.

 

Nem sempre gosto da música que é escolhida, mas adorei esse vídeo, porque ele retrata bem a beleza, a beleza absoluta. E também é interessante notar, aqui... não que tenha sido desenhado dessa forma, mas acabou sendo assim... Vocês sabem, o pai é cego. O pai é cego, assim como é o Mestre. O Mestre é cego para as fraquezas do humano, para as predisposições do humano. O Mestre é cego pra qualquer coisa que o humano tenha feito no passado. Ele não quer saber. Ele não julga. Nem sequer tenta ensinar. Nem tenta melhorar o humano. O Mestre é cego pra tudo, exceto a alegria e o amor que ele tem pelo humano. Talvez, a gente passe o vídeo de novo, antes de encerrarmos nossa sessão. Depende, depende de onde vamos chegar.

 

 

Pergunta de Hoje

 

Linda, com o microfone, por favor.

 

LINDA: Ah, nossa. Minha nossa.

 

ADAMUS: É hora de nossa primeira interação.

 

LINDA: Dá medo. [Algumas risadas]

 

ADAMUS: Isso é interessante e, repito, não é um teste. É mais como um benchmark, se olharmos onde estamos. Três percepções que vocês têm no momento. Três percepções que vocês têm.

 

Então, Linda, vamos começar. Todo mundo fica: “O que isso quer dizer?” Ahh! Respirem fundo. Três percepções [risadas] que fazem parte de sua vida neste momento, de sua vida agora. Três percepções. Você está pensando demais, querida.

 

ALAYA: Ahh!

 

ADAMUS: Adoro você, mas você está pensando demais. [Ela suspira profundamente.] Elas estão todas aí.

 

ALAYA: Estou tão viva!

 

ADAMUS: Você está tão viva.

 

ALAYA: Muito viva.

 

ADAMUS: Sim.

 

ALAYA: [emocionada] E me sentindo muito sensual e feliz. E eu sinto essa margem. Estão aí. As três percepções.

 

ADAMUS: Ótimo. Adorei. Ótimo. E você deixou que isso saísse. Ótimo, ótimo. Obrigado.

 

ALAYA: Obrigada.

 

ADAMUS: Três percepções que fazem parte da sua vida. Não pensem demais nelas.

 

MICHELLE C [uma jovem]: De que tudo tem a ver com mudança.

 

ADAMUS: Ótimo. Como você sente isso?

 

MICHELLE C: [rindo] Meio como se as coisas estivessem desmoronando.

 

ADAMUS: Sei, sei. Ótimo.

 

MICHELLE C: Mas não...

 

ADAMUS: Eu disse ótimo. Vou explicar daqui a pouco.

 

MICHELLE C: Certo.

 

ADAMUS: Isso é bom. É maravilhoso. Você está com medo?

 

MICHELLE C: Hum...

 

ADAMUS: Está.

 

MICHELLE C: Não, na verdade... [Eles riem.] A ansiedade...

 

ADAMUS: Ansiedade, tudo bem.

 

MICHELLE C: ... vai e vem.

 

ADAMUS: Claro.

 

MICHELLE C: Às vezes, eu me sinto realmente aberta a isso e na graça com relação a isso. Outras vezes, eu sinto como se estivesse tendo um ataque de ansiedade.

 

ADAMUS: Ótimo. Ah, excelente. Adorei. [Ela ri.] Sim. Então, essa é uma percepção.

 

MICHELLE C: Bom, respirar em direção à mudança.

 

ADAMUS: As coisas vão mudar, e eu acho que qualquer um poderia dizer isso, mas você sabe que elas realmente vão mudar.

 

MICHELLE C: Grande momento. É.

 

ADAMUS: Grande momento. É. Ótimo. Próxima das três percepções.

 

MICHELLE C: [pensando um pouquinho] Que estou definitivamente sentindo mais as coisas.

 

ADAMUS: Sim.

 

MICHELLE C: Sim.

 

ADAMUS: É assustador?

 

MICHELLE C: Não.

 

ADAMUS: Não! Não. Ah, que bom.

 

MICHELLE C            : Eu acho relaxante.

 

ADAMUS: Muitos Shaumbra que tenho visitado ultimamente estão achando assustador. Estão sentindo demais as coisas. Eles não sabem como lidar com isso, e é muito simples. Quando vocês sentem demais, e pensam sobre isso, é porque estão na mente e ficam presos lá. Não pensem nisso.

 

MICHELLE C: É.

 

ADAMUS: É.

 

MICHELLE C: Eu estou curtindo.

 

ADAMUS: Ótimo.

 

MICHELLE C: É.

 

ADAMUS: As famosas últimas palavras. [Algumas risadas]

 

MICHELLE C: Uh-oh!

 

ADAMUS: O que mais? Três percepções.

 

MICHELLE C: Estou integrando muita coisa.

 

ADAMUS: Ah! Ótimo, ótimo.

 

MICHELLE C: É.

 

ADAMUS: É. Então, muita comoção acontecendo. Movimentação, comoção acontecendo.

 

MICHELLE C: Sim.

 

ADAMUS: Ótimo. Você vai se sair bem.

 

MICHELLE C: Obrigada.

 

ADAMUS: É. Eu vou explicar por quê.

 

MICHELLE C: Certo.

 

ADAMUS: É. Ótimo. Isto está sendo melhor do que achei que seria.

 

LINDA: Mais?

 

ADAMUS: Três percepções.

 

LINDA: Mais?

 

ADAMUS: Ah, claro, claro.

 

Aquele olhar... Aquele olhar de “adoro você, Linda”. [Risadas] Três percepções.

 

GARY: Minha saúde.

 

ADAMUS: O que está acontecendo com sua saúde?

 

GARY: Bem, tenho tido incidentes ao longo dos últimos anos que eu não tinha anteriormente...

 

ADAMUS: Sei.

 

GARY: ... que levantaram perguntas sobre minha mortalidade e minha escolha.

 

ADAMUS: Sua mortalidade é limitada.

 

GARY: Sim, eu percebo isso.

 

ADAMUS: É.

 

GARY: Mas que eu estou, veja, estou escolhendo viver e...

 

ADAMUS: Qual era esse problema de saúde? Se não se importar que eu pergunte.

 

GARY: Bem, foram algumas coisas, mas eu precisei colocar um marca-passo há dois meses.

 

ADAMUS: Uau.

 

GARY: Porque meu batimento cardíaco estava abaixo de 40.

 

ADAMUS: Certo.

 

GARY: E, depois, tive um nódulo na tireoide e fui ver um cirurgião na terça-feira.

 

ADAMUS: Ha-ham. Ha-ham.

 

GARY: E outros problemas menores que colocaram minha saúde em...

 

ADAMUS E GARY: Foco.

 

ADAMUS: É. Ótimo. Essa é uma percepção. E outra?

 

GARY: De que eu estou com um grupo de pessoas dentre as quais eu me sinto totalmente confortável e aceito.

 

ADAMUS: Certo. Aqui? Ou...

 

GARY: Aqui.

 

ADAMUS: É. Aqui. Ótimo. E terceira percepção.

 

GARY: De que sou mais capaz de vivenciar amor do que jamais fui.

 

ADAMUS: Ah! Ótimo.

 

LINDA: Ooh.

 

ADAMUS: Então, agora, provavelmente não há nenhuma ligação entre o problema no coração e amor. [Algumas risadas, e Linda ri alto]

 

GARY: Havia, potencialmente.

 

ADAMUS: Sim, sim. [Mais risadas] Tenho certeza de que não há, mas você acha talvez que esteja se livrando de algumas questões muito antigas referentes a amor. E você teve algumas experiências, experiências interessantes, com isso e algumas experiências difíceis que ficaram realmente bloqueadas, realmente reprimidas dentro de você. Então, de repente, você entra numa crise de saúde, o que o leva a achar que está realmente rodeado de amor, e você está começando a sentir amor. E... tem mais... tem mais coisa do que amor que você está começando a sentir, mas está tudo muito interligado, e aqui você está seguro. Então, devo dizer... e o humano pode querer cuspir em mim... mas essas questões de saúde são a melhor coisa que poderiam acontecer com você.

 

GARY: Ah, eu concordo.

 

LINDA: Spffft!

 

ADAMUS: Ótimo. Ah, ela cuspiu por você. [Algumas risadas]

 

GARY: Não, eu realmente concordo.

 

ADAMUS: Certo. Ótimo. E é um inferno às vezes, especialmente quando se pensa: “O que tem de errado comigo?” Mas, se pensar “Ahh! Eu entendo o que está acontecendo comigo”... é sobre isso que vamos falar hoje.

 

GARY: Obrigado.

 

ADAMUS: Excelente. Excelente. Isto está sendo bem melhor do que eu pensava.

 

LINDA: Mais?

 

ADAMUS: Três percepções.

 

LINDA: Mais? Mais?

 

ADAMUS: Claro. Mais algumas pessoas.

 

HENRIETTE: Bem, eu estou viva.

 

ADAMUS: Sei, que ótimo. Ou melhor...

 

HENRIETTE: Respirando.

 

ADAMUS: ... você está realmente sentindo isso ou só está dizendo? Você está realmente sentindo isso, tipo “estou viva!” [ela ri.] como ela fez?

 

HENRIETTE: O que está ocorrendo agora é que há uma extração e é visceral.

 

ADAMUS: Tá. Extração de quê?

 

HENRIETTE: Uma situação de três anos, numa circunstância de trabalho, que era uma infindável montanha-russa.

 

ADAMUS: Tudo bem. Qual é a percepção que vem daí? Você está viva, algo está sendo extraído.

 

HENRIETTE: Talvez uma quebra com os velhos ciclos.

 

ADAMUS: Sei.

 

HENRIETTE: O que cria um novo...

 

ADAMUS: Ou é ou não é. Nada de talvez. Certo.

 

HENRIETTE: Cria o novo.

 

ADAMUS: Tá.

 

HENRIETTE: Estou aguardando uma circunstância bem novo, que é uma possibilidade esta semana, e que é de 180o em relação ao que estou largando no momento.

 

ADAMUS: Certo. Sabe de uma coisa? Vou interromper aqui. Você planeja demaaaais. [Ela ri.] Você pensa e planeja, e eu tenho uma surpresa pra você, hoje.

 

HENRIETTE: Uh-oh.

 

ADAMUS: É. E qual é a sua terceira percepção?

 

HENRIETTE: O amor.

 

ADAMUS:  E como?

 

HENRIETTE: Estou saindo do cinzento e realmente sendo capaz de curar e...

 

ADAMUS: Você está fazendo isso ou querendo isso?

 

HENRIETTE: As duas coisas.

 

ADAMUS: Você está fazendo, como?

 

HENRIETTE: Primeiro, ficando consciente. [Ela ri.]

 

ADAMUS: Não. Quero dizer, você tem um novo parceiro ou o que está acontecendo com o amor?

 

HENRIETTE: Eu realmente estou me amando e sabendo o que é isso. O que é isso afinal? Estou descobrindo. É território novo.

 

ADAMUS: Você sabe que eu sou bom em detectar makyo. [Algumas risadas] Ah, eu adoro! [Ela ri.] Você está caindo direitinho na minha armadilha, hoje. E isso é bom. Venha para a armadilha. Deixe-se ser extraída ou o que for, deixe-se ser ancorada até a polpa, e você ficará bem. [Ela ri de novo.] Sim. Sim.

 

Veja, eu consigo sentir o desejo, e isso é bom. Eu consigo verdadeiramente sentir o desejo do humano. Mas também sinto o cansaço e a frustração do humano, e o “quando isso vai acabar?” Hoje, você pode considerar que o que será dito é pra você. É.

 

HENRIETTE: Obrigada.

 

ADAMUS: É. Mas vamos cortar a porcariada. [Ela ri.] Não, é sério. Quando estávamos no nosso recente encontro na Eslovênia, eu afirmei uma coisa aos Shaumbra. Estamos cerca de 97% livres de makyo. Nove